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	<title>My Oftalmologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Oftalmologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças oftalmológicas.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Aug 2026 16:36:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Oftalmologia</title>
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		<title>Transplante inédito de retina central abre novas perspetivas na reabilitação visual</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/transplante-inedito-de-retina-central-abre-novas-perspetivas-na-reabilitacao-visual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um procedimento cirúrgico inovador realizado no Hospital Molinette de Turim permitiu a recuperação parcial da visão numa mulher de 67 anos previamente cega há cinco anos, representando um avanço potencialmente transformador na Oftalmologia reconstrutiva. A doente apresentava um quadro clínico complexo, resultante de um acidente rodoviário que provocou lesão irreversível do nervo ótico no olho [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um procedimento cirúrgico inovador realizado no Hospital Molinette de Turim permitiu a recuperação parcial da visão numa mulher de 67 anos previamente cega há cinco anos, representando um avanço potencialmente transformador na Oftalmologia reconstrutiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doente apresentava um quadro clínico complexo, resultante de um acidente rodoviário que provocou lesão irreversível do nervo ótico no olho esquerdo, inviabilizando a transmissão do estímulo visual ao córtex cerebral, apesar da preservação estrutural do globo ocular. O olho direito, por sua vez, encontrava-se comprometido por maculopatia avançada associada a trauma, com destruição significativa da retina e perda de transparência corneana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a equipa liderada por Michele Reibaldi, diretor da clínica oftalmológica universitária, a inexistência de células estaminais viáveis tornava inviável um transplante corneano convencional, cenário até agora considerado irreversível do ponto de vista terapêutico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem cirúrgica, com duração aproximada de seis horas, consistiu numa transferência autóloga complexa de tecidos oculares. Foram utilizados tecidos viáveis do olho esquerdo não funcional que foram transplantados para o olho direito, permitindo a reconstrução estrutural e funcional do órgão visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este procedimento, descrito como uma “transferência biológica integrada”, representa um novo paradigma na utilização de tecidos oculares autólogos em contextos de dano bilateral assimétrico.&nbsp; Os resultados iniciais são considerados encorajadores, embora a avaliação funcional da retina transplantada ainda esteja em curso. A capacidade de integração sináptica e resposta à estimulação luminosa será determinante para o prognóstico visual a médio e longo prazo.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>
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		<title>Especialistas reúnem-se no Porto para debater avanços na saúde ocular</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/especialistas-reunem-se-no-porto-para-debater-avancos-na-saude-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Porto acolhe, nos dias 23 e 24 de outubro de 2026, a Reunião dos Grupos Portugueses de Retina e Vítreo, Oftalmologia Pediátrica, Ergoftalmologia e Baixa Visão. O evento, promovido pela Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, ocorre no Renaissance Porto Lapa Hotel e reúne especialistas de várias áreas ligadas à saúde ocular, com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cidade do Porto acolhe, nos dias 23 e 24 de outubro de 2026, a Reunião dos Grupos Portugueses de Retina e Vítreo, Oftalmologia Pediátrica, Ergoftalmologia e Baixa Visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, promovido pela Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, ocorre no Renaissance Porto Lapa Hotel e reúne especialistas de várias áreas ligadas à saúde ocular, com o objetivo de promover a partilha de conhecimento, atualização científica e discussão de novas abordagens clínicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os dois dias de trabalhos, serão abordados temas relacionados com patologias da retina e do vítreo, cuidados oftalmológicos em idade pediátrica, bem como estratégias de intervenção na baixa visão e na ergoftalmologia. A reunião pretende ainda fomentar a colaboração entre profissionais e incentivar a inovação no diagnóstico e tratamento de doenças oculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://spoftalmologia.pt/evento/reuniao-dos-grupos-portugueses-de-retina-e-vitreo-oftalmologia-pediatrica-e-baixa-visao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Desafios clínicos de um novo conjugado de fármaco com anticorpo e a adaptação da atividade oftalmológica</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/desafios-clinicos-de-um-novo-conjugado-de-farmaco-com-anticorpo-e-a-adaptacao-da-atividade-oftalmologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) esteve em grande destaque no simpósio promovido pela AbbVie, inserido no programa científico do CIRP 2026. Na qualidade de palestrante da sessão, Nuno Alves, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de São José, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) esteve em grande destaque no simpósio promovido pela AbbVie, inserido no programa científico do CIRP 2026. Na qualidade de palestrante da sessão, <strong>Nuno Alves</strong>, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de São José, conversou com a News Farma e analisou os impactos práticos da introdução deste fármaco na sustentabilidade dos serviços de saúde e o papel crucial da sua especialidade no seguimento de doentes sob este tratamento oncológico. Confira as declarações em vídeo.</p>



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<iframe title="Desafios clínicos de um novo conjugado de fármaco com anticorpo e a adaptação da atividade oftalmológica" src="https://player.vimeo.com/video/1197660540?h=44b798449e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante o CIRP 2026 – evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia –, Nuno Alves assumiu que, quer na qualidade de médico quer de cidadão, se congratula com o aparecimento de opções terapêuticas inovadoras como os conjugados anticorpo-fármaco. No entanto, o clínico advertiu que “este grupo de fármacos traz desafios imensos”, justificando que a especialidade de Oftalmologia irá receber “cada vez mais doentes sob terapêutica, felizmente com uma sobrevida cada vez maior” e que, “certamente, tornar-se-ão doentes crónicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização do mirvetuximab soravtansina apresenta uma taxa significativa de eventos adversos na superfície ocular que, embora maioritariamente ligeiros, exigem uma reestruturação do volume de trabalho dos hospitais. “Considerando que a incidência da toxicidade ocular é tão elevada – apesar de tudo, leve, não há casos muito graves –, obriga certamente a um seguimento crónico”, referiu o especialista. Nuno Alves antevê, por isso, “um número cada vez maior de consultas que seja necessário fazer”, defendendo, então, a urgência de “ajustar toda a operação enquanto oftalmologistas para conseguir cumprir o seguimento desses doentes, mas também ensinar e formar a comunidade oftalmológica desta nova classe e deste novo tipo de toxicidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resposta a este desafio na organização das equipas, o palestrante apontou o desenvolvimento de recomendações conjuntas entre as duas especialidades envolvidas como o caminho a seguir. Segundo Nuno Alves, a definição destas “recomendações e de formulários que permitam interligar estas duas comunidades” é uma ferramenta “fundamental, não só para agilizarmos processos e sermos mais eficientes nesses mesmos processos”, tendo como foco final a melhoria do seguimento das doentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Circuitos de referenciação e modelos de rastreio na monitorização oftalmológica de doentes oncológicas</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/circuitos-de-referenciacao-e-modelos-de-rastreio-na-monitorizacao-oftalmologica-de-doentes-oncologicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de canais de comunicação objetivos e estruturados entre diferentes instituições hospitalares assume um papel prioritário no seguimento de doentes sob terapêuticas dirigidas inovadoras. Esta necessidade logística foi destacada por Inês Leal, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em declarações à News Farma. A especialista, que integrou o painel de palestrantes [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A criação de canais de comunicação objetivos e estruturados entre diferentes instituições hospitalares assume um papel prioritário no seguimento de doentes sob terapêuticas dirigidas inovadoras. Esta necessidade logística foi destacada por <strong>Inês Leal</strong>, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em declarações à News Farma. A especialista, que integrou o painel de palestrantes no simpósio satélite da AbbVie dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” – centrado num conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) –, defendeu a urgência de estabelecer modelos de cooperação e de seguimento partilhado que evitem falhas no percurso de doentes com perfis complexos. Veja o vídeo.</p>



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<iframe title="Circuitos de referenciação e modelos de rastreio na monitorização oftalmológica de doentes oncológicas" src="https://player.vimeo.com/video/1197660541?h=3aaefea62b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O seguimento clínico das doentes submetidas ao tratamento com mirvetuximab soravtansina exige uma definição rigorosa de papéis entre a Oncologia e a Oftalmologia, algo que ficou patente entre os profissionais de saúde reunidos no CIRP 2026, evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declarações à News Farma, a especialista afirmou convictamente que “esta articulação é essencial”. No seu entender, as responsabilidades estão bem delimitadas, uma vez que “o oncologista prescreve e decide doses, quando é que começa, quando é que acaba, quando é que para”, cabendo à outra especialidade monitorizar a parte oftalmológica. “O oftalmologista vai dar o <em>feedback</em> do que é que está a acontecer no olho”, clarificou, lembrando que, em até 40% dos casos, podem surgir alterações na superfície ocular, o que torna a cooperação mandatória “para que a doente possa fazer o fármaco, possa continuar e, sobretudo, possa estar em segurança”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eficácia do rastreio de toxicidades associadas ao mirvetuximab soravtansina depende diretamente da resolução de barreiras burocráticas e logísticas entre instituições. “Os principais aspetos são muito logísticos. Não é aqui pensar em morar numa cabana, é mesmo pensar em coisas tangíveis que podemos fazer”, vincou Inês Leal. A palestrante sublinhou que os clínicos de ambas as áreas devem conhecer-se mutuamente e alertou para as assimetrias geográficas do sistema, desalinhadas com a residência das doentes: “Não pode haver doentes referenciadas para um sítio que não tem Oftalmologia, ou outros por outra área de residência… isso não pode acontecer”. Como solução, defendeu a consolidação de “redes de suporte que estão criadas, que podem assentar da forma que for mais confortável para as instituições e que seja mais simples”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inês Leal exemplificou esta coordenação com as diferentes abordagens que aplica na sua prática clínica hospitalar, desenhadas consoante a proximidade com a equipa de Oncologia. “Nós temos isto organizado, eu até faço de duas formas diferentes: com a nossa Oncologia <em>in-house</em> do [Hospital de] Santa Maria, tenho de uma forma; e com o IPO de Lisboa, por ser uma instituição exterior e por trabalhar no contexto do grupo multidisciplinar Eye-Tox, tenho de outra forma”, detalhou. Independentemente do modelo adotado por cada centro, a secretária-geral adjunta da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia conclui que o objetivo fundamental passa por “arranjar uma rede que funcione”, “que seja tangível e, sobretudo, que seja <em>traceable</em>”, viabilizando um histórico e um rastreio claros de todo o percurso clínico da doente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Importância da articulação entre Oncologia e Oftalmologia na abordagem às doentes com cancro do ovário </title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/importancia-da-articulacao-entre-oncologia-e-oftalmologia-na-abordagem-as-doentes-com-cancro-do-ovario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do CIRP 2026, a AbbVie promoveu um simpósio satélite dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα). Para isso, juntou como palestrantes dois oftalmologistas e o oncologista médico no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, Pedro Meireles. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do CIRP 2026, a AbbVie promoveu um simpósio satélite dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα). Para isso, juntou como palestrantes dois oftalmologistas e o oncologista médico no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, <strong>Pedro Meireles</strong>. À News Farma, o especialista explicou o impacto clínico desta opção terapêutica e destacou a importância do seguimento partilhado para garantir a segurança e a continuidade do tratamento em doentes com perfis complexos. Assista ao vídeo.</p>



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<iframe title="Importância da articulação entre Oncologia e Oftalmologia na abordagem às doentes com cancro do ovário" src="https://player.vimeo.com/video/1197660539?h=9ae3c1c6ec&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com mirvetuximab soravtansina foi discutida durante o CIRP 2026, evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. De acordo com Pedro Meireles, a introdução deste fármaco abriu “horizontes num contexto complicado de doença”, referindo-se ao cancro do ovário, positivo para o recetor alfa de folato (FRα), resistente a platina, para o qual, até “há bem pouco tempo”, não havia “grandes alternativas terapêuticas”. Além disso, o oncologista refere que este fármaco viabiliza “mais sobrevivência” com qualidade de vida e impulsiona o desenvolvimento de “novas linhas de estudo e de ensaios clínicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, os benefícios de mirvetuximab soravtansina dirigem a atenção para a necessidade de gerir os seus efeitos secundários na superfície ocular de forma interdisciplinar. Pedro Meireles descreve esta abordagem como “um desafio complicado e diferente”, clarificando que o protocolo exige “uma gestão próxima com a Oftalmologia, o que é bastante importante”. O especialista destaca que a criação destes novos fluxos de trabalho obriga “a conhecer oftalmologistas e a participar nas reuniões de Oftalmologia&#8221;, confessando ser uma dinâmica que realiza com “um enorme gosto”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na evidência acumulada na prática clínica e fora do contexto dos ensaios clínicos, Pedro Meireles deixa uma mensagem de tranquilidade aos profissionais de saúde das duas especialidades: “Tendo em conta a nossa experiência do mundo real, acabamos por perceber com as doentes que passam por estes tratamentos, que estes efeitos secundários geralmente são leves, são de grau leve a moderado e que são facilmente geríveis em consulta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista conclui com um apelo direto aos colegas para que “não tenham medo de reportar os efeitos secundários”, relembrando que as suspensões temporárias, monitorizações ou reduções de dose não retiram eficácia ao tratamento e são essenciais para assegurar a qualidade de vida da doente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cascais recebe congresso europeu de Cirurgia ocular</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/cascais-recebe-congresso-europeu-de-cirurgia-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery realiza, entre 10 e 12 de setembro de 2026, o seu 44.º congresso anual em Cascais. O evento decorre no Centro de Congressos do Estoril e reúne especialistas de todo o mundo para três dias de partilha científica, discussão clínica e atualização em técnicas cirúrgicas avançadas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A<em> European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery</em> realiza, entre 10 e 12 de setembro de 2026, o seu 44.º congresso anual em Cascais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento decorre no Centro de Congressos do Estoril e reúne especialistas de todo o mundo para três dias de partilha científica, discussão clínica e atualização em técnicas cirúrgicas avançadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.esoprs.eu/esoprs-meetings/esoprs-meeting-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Literacia em saúde ocular: disparidades na legibilidade e qualidade de conteúdos digitais em português e espanhol</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/literacia-em-saude-ocular-disparidades-na-legibilidade-e-qualidade-de-conteudos-digitais-em-portugues-e-espanhol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myoftalmologia.pt/?p=213706</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo internacional alerta para falhas significativas na qualidade e acessibilidade dos conteúdos educativos online dirigidos a doentes com patologias oftalmológicas, sobretudo em língua portuguesa e espanhola. A investigação, baseada numa análise transversal de 192 websites, avaliou materiais disponíveis na primeira página do Google sobre sete doenças oculares comuns: degeneração macular, catarata, retinopatia diabética, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo internacional alerta para falhas significativas na qualidade e acessibilidade dos conteúdos educativos online dirigidos a doentes com patologias oftalmológicas, sobretudo em língua portuguesa e espanhola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, baseada numa análise transversal de 192 websites, avaliou materiais disponíveis na primeira página do Google sobre sete doenças oculares comuns: degeneração macular, catarata, retinopatia diabética, glaucoma, conjuntivite, uveíte e olho seco, sendo que em inglês foram analisados 63 sites, 67 em português e 62 em espanhol. O objetivo foi analisar a legibilidade dos conteúdos e a sua responsabilidade, entendida como um indicador de confiabilidade, qualidade e credibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados revelam diferenças significativas entre idiomas. Os conteúdos em inglês apresentaram níveis de leitura significativamente mais acessíveis (FKGL=8,1), contrastando com valores muito mais elevados em espanhol (16,6) e português (16,0), o que indica textos mais complexos e difíceis de compreender para o público geral. Em termos de responsabilidade, os websites em português obtiveram as pontuações mais baixas e foram maioritariamente produzidos por entidades privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, os conteúdos em espanhol mostraram resultados heterogéneos, superando os em inglês em algumas métricas de responsabilidade. Já as plataformas colaborativas, como a Wikipédia, destacaram-se pela elevada responsabilidade, embora à custa de uma legibilidade mais reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise multivariada confirmou o idioma como um fator determinante tanto na legibilidade como na qualidade da informação disponibilizada online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estas limitações representam uma barreira relevante para doentes com baixa literacia em saúde ou com proficiência limitada em inglês, podendo comprometer a compreensão da doença e a adesão às recomendações clínicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante estes resultados, defendem a necessidade de desenvolver materiais educativos padronizados, acessíveis e multilíngues, que consigam equilibrar clareza e rigor científico. Entre as possíveis soluções, apontam o recurso a novas ferramentas tecnológicas, como os grandes modelos de linguagem, que têm demonstrado potencial para melhorar a acessibilidade da informação em saúde em diferentes idiomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0027968426000143" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Novo subtipo de neovascularização macular desafia classificação e tratamento da DMRI</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/novo-subtipo-de-neovascularizacao-macular-desafia-classificacao-e-tratamento-da-dmri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo publicado na revista Retina descreve um subtipo até agora não reconhecido de neovascularização macular associado à degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que poderá vir a alterar a forma como esta doença é classificada e tratada. Designado neovascularização macular tipo 4 (NVM tipo 4), este fenótipo distingue-se por apresentar características anatómicas mais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo publicado na revista <em>Retina</em> descreve um subtipo até agora não reconhecido de neovascularização macular associado à degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que poderá vir a alterar a forma como esta doença é classificada e tratada. Designado neovascularização macular tipo 4 (NVM tipo 4), este fenótipo distingue-se por apresentar características anatómicas mais complexas e um comportamento clínico particularmente agressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação incluiu 11 olhos de 11 doentes com DMRI neovascular, com idade média de 76,9 anos. A acuidade visual basal era significativamente reduzida, com média de 1,56 logMAR (aproximadamente 20/630), e a 90,9% dos doentes já apresentava perda visual grave no momento do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista imagiológico, todos os olhos analisados apresentavam o sinal da banda oblíqua hiperrefletiva, enquanto a fibrose hialoide posterior central estava presente em mais de 80% dos casos. Também foi frequente a existência de membrana epirretiniana com tração radial. A análise por OCTA revelou um padrão particularmente complexo, com neovascularização mista dos tipos 1 e 2 e uma rede anastomótica intrarretiniana proeminente que se estendia até ao espaço pré-retiniano, sugerindo um grau elevado de reorganização vascular e estrutural da retina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clinicamente, este subtipo destaca-se não só pela gravidade da apresentação, mas também pelo mau prognóstico visual, com os autores a sublinharem uma aparente resistência à terapêutica anti-VEGF, atualmente padrão no tratamento da DMRI neovascular. Este comportamento sugere que a NVM tipo 4 possa representar uma variante mais fibrosante e proliferativa da doença, associada a maior desorganização retiniana e menor resposta terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://journals.lww.com/retinajournal/abstract/2026/02000/type_4_macular_neovascularization__a_new_member_of.3.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Ver bem não deve ser um privilégio</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/opiniao/ver-bem-nao-deve-ser-um-privilegio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O médico oftalmologista Rufino Silva reflete sobre o papel determinante da visão na autonomia e na qualidade de vida, analisando as persistentes desigualdades no acesso aos cuidados oftalmológicos e sublinha a necessidade urgente de colocar a prevenção e o diagnóstico precoce no centro das políticas de saúde pública, reafirmando que “ver bem deve ser um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O médico oftalmologista <strong>Rufino Silva</strong> reflete sobre o papel determinante da visão na autonomia e na qualidade de vida, analisando as persistentes desigualdades no acesso aos cuidados oftalmológicos e sublinha a necessidade urgente de colocar a prevenção e o diagnóstico precoce no centro das políticas de saúde pública, reafirmando que “ver bem deve ser um direito universal e não um privilégio”. Leia o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão é, para a maioria de nós, o sentido que mais facilmente tomamos por garantido. Só quando falha percebemos o quanto dependemos dela para quase tudo: reconhecer quem nos rodeia, ler, trabalhar, deslocar‑nos, interpretar o mundo. Apesar disso, milhões de pessoas continuam sem acesso aos cuidados básicos que poderiam evitar a perda de visão. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 2,2 mil milhões de pessoas vivam com algum grau de deficiência visual, e que metade desses casos poderia ter sido evitada com prevenção simples, exames regulares ou tratamentos acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da cegueira no mundo é, em grande parte, a história das desigualdades. Em África e em vastas regiões da Ásia, a catarata não tratada e os erros refrativos (falta de óculos)&nbsp; permanecem como as principais causas de cegueira — não por falta de solução, mas por falta de acesso. Em muitos países, existe menos de um oftalmologista por milhão de habitantes, e a ausência de algo tão básico como um par de óculos impede milhões de crianças de aprender e milhões de adultos de trabalhar. A cegueira evitável continua a ser um marcador de pobreza, exclusão e fragilidade dos sistemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina, sobretudo em zonas rurais, a falta de consultas e cirurgias mantém problemas que poderiam ser resolvidos em poucos minutos. A distância, o custo e a escassez de profissionais tornam a visão um privilégio geográfico. Em contrapartida, na Europa e na América do Norte, onde o acesso é mais amplo, a perda de visão resulta sobretudo de doenças crónicas e silenciosas, como o glaucoma, a degenerescência macular e a retinopatia diabética. São doenças que avançam sem dor e sem aviso, exigindo vigilância constante e políticas de saúde pública que não se limitem ao tratamento, mas que apostem na prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal acompanha esta tendência. O país dispõe de uma rede de cuidados oftalmológicos sólida, mas enfrenta desafios que se agravam com o envelhecimento da população e com a crescente prevalência da diabetes. A retinopatia diabética é hoje uma das principais causas de perda de visão em idade ativa. Muitos casos poderiam ser evitados com rastreios regulares, mas nem todos os doentes são acompanhados de forma sistemática. O programa nacional de rastreio tem avançado, mas ainda não cobre toda a população em risco, deixando milhares de pessoas vulneráveis a uma perda de visão evitável. A prevenção existe, a tecnologia existe, o conhecimento existe — falta garantir que chega a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a saúde visual infantil exige atenção. Problemas como ambliopia ou erros refrativos podem comprometer o desenvolvimento escolar e a qualidade de vida. Um exame simples nos primeiros anos de vida pode detetar alterações que, se tratadas cedo, evitam consequências permanentes. No entanto, nem todas as crianças são avaliadas no momento certo, e muitos sinais passam despercebidos até que o impacto se torna evidente. A visão infantil continua a depender demasiado da atenção dos pais, da disponibilidade das escolas e da capacidade de resposta dos serviços de saúde. O Rastreio de Saúde Visual Infantil, implementado em todo o país, com avaliação aos 2 e 4 anos, constitui uma resposta eficiente a este problema. O alargamento a toda a população é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os idosos, a degenerescência macular da idade e o glaucoma são as principais causas de cegueira irreversível. Ambas evoluem de forma silenciosa, tornando essencial o diagnóstico precoce. A cirurgia de catarata, por sua vez, continua a ser uma das intervenções médicas mais eficazes e acessíveis, devolvendo visão e autonomia a milhares de pessoas todos os anos. Mas mesmo aqui persistem desigualdades: quem vive longe dos centros urbanos, quem tem menor literacia em saúde ou quem enfrenta dificuldades económicas tende a chegar mais tarde ao diagnóstico e ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde ocular é, no fundo, um espelho das prioridades de cada sociedade. Promover a visão não significa apenas evitar a cegueira. Significa preservar a independência, reduzir o risco de quedas, manter a capacidade de trabalhar e garantir qualidade de vida. Significa permitir que crianças aprendam, que adultos mantenham a sua autonomia e que idosos vivam com dignidade. A maior parte da perda de visão no mundo não resulta da falta de conhecimento médico, mas da falta de acesso. E essa é, talvez, a desigualdade mais fácil de corrigir — desde que exista vontade política, organização e investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num tempo em que se discute o futuro dos sistemas de saúde, a visão deveria ocupar um lugar central. Não apenas porque é um dos sentidos mais determinantes para a vida quotidiana, mas porque é uma área onde a prevenção funciona, onde o diagnóstico precoce muda destinos e onde intervenções transformam vidas. Ver bem não deve ser um privilégio. Deve ser um direito básico, garantido a todos, independentemente do lugar onde vivem, da idade que têm ou da condição económica em que se encontram.</p>
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		<title>SPO promove curso de simuladores cirúrgicos da catarata e retina cirúrgica</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/spo-promove-curso-de-simuladores-cirurgicos-da-catarata-e-retina-cirurgica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) promove um curso de formação em simulação cirúrgica nas áreas da catarata e da retina, a decorrer em Lisboa e no Porto. Em Lisboa, o Curso de Simuladores Cirúrgicos: Catarata e Retina terá lugar entre 1 e 30 de setembro, em formato presencial, distribuído por dois polos hospitalares: a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) promove um curso de formação em simulação cirúrgica nas áreas da catarata e da retina, a decorrer em Lisboa e no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Lisboa, o Curso de Simuladores Cirúrgicos: Catarata e Retina terá lugar entre 1 e 30 de setembro, em formato presencial, distribuído por dois polos hospitalares: a Unidade Local de Saúde de São José e a Unidade Local de Saúde de Santa Maria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está igualmente prevista uma edição no Porto, entre 1 e 31 de outubro, na Unidade Local de Saúde de São João e na Unidade Local de Saúde de Santo António.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, consulte os detalhes da edição de Lisboa <a href="https://spoftalmologia.pt/evento/curso-de-simuladores-cirurgicos-catarata-e-retina-cirurgica-lisboa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui </a>e da edição do Porto <a href="https://spoftalmologia.pt/evento/curso-de-simuladores-cirurgicos-catarata-e-retina-cirurgica-porto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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