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	<title>Entrevistas Archives - My Oftalmologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Oftalmologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças oftalmológicas.</description>
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	<title>Entrevistas Archives - My Oftalmologia</title>
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		<title>Desafios clínicos de um novo conjugado de fármaco com anticorpo e a adaptação da atividade oftalmológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) esteve em grande destaque no simpósio promovido pela AbbVie, inserido no programa científico do CIRP 2026. Na qualidade de palestrante da sessão, Nuno Alves, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de São José, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) esteve em grande destaque no simpósio promovido pela AbbVie, inserido no programa científico do CIRP 2026. Na qualidade de palestrante da sessão, <strong>Nuno Alves</strong>, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de São José, conversou com a News Farma e analisou os impactos práticos da introdução deste fármaco na sustentabilidade dos serviços de saúde e o papel crucial da sua especialidade no seguimento de doentes sob este tratamento oncológico. Confira as declarações em vídeo.</p>



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<iframe title="Desafios clínicos de um novo conjugado de fármaco com anticorpo e a adaptação da atividade oftalmológica" src="https://player.vimeo.com/video/1197660540?h=44b798449e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante o CIRP 2026 – evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia –, Nuno Alves assumiu que, quer na qualidade de médico quer de cidadão, se congratula com o aparecimento de opções terapêuticas inovadoras como os conjugados anticorpo-fármaco. No entanto, o clínico advertiu que “este grupo de fármacos traz desafios imensos”, justificando que a especialidade de Oftalmologia irá receber “cada vez mais doentes sob terapêutica, felizmente com uma sobrevida cada vez maior” e que, “certamente, tornar-se-ão doentes crónicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização do mirvetuximab soravtansina apresenta uma taxa significativa de eventos adversos na superfície ocular que, embora maioritariamente ligeiros, exigem uma reestruturação do volume de trabalho dos hospitais. “Considerando que a incidência da toxicidade ocular é tão elevada – apesar de tudo, leve, não há casos muito graves –, obriga certamente a um seguimento crónico”, referiu o especialista. Nuno Alves antevê, por isso, “um número cada vez maior de consultas que seja necessário fazer”, defendendo, então, a urgência de “ajustar toda a operação enquanto oftalmologistas para conseguir cumprir o seguimento desses doentes, mas também ensinar e formar a comunidade oftalmológica desta nova classe e deste novo tipo de toxicidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resposta a este desafio na organização das equipas, o palestrante apontou o desenvolvimento de recomendações conjuntas entre as duas especialidades envolvidas como o caminho a seguir. Segundo Nuno Alves, a definição destas “recomendações e de formulários que permitam interligar estas duas comunidades” é uma ferramenta “fundamental, não só para agilizarmos processos e sermos mais eficientes nesses mesmos processos”, tendo como foco final a melhoria do seguimento das doentes.</p>
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		<title>Circuitos de referenciação e modelos de rastreio na monitorização oftalmológica de doentes oncológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de canais de comunicação objetivos e estruturados entre diferentes instituições hospitalares assume um papel prioritário no seguimento de doentes sob terapêuticas dirigidas inovadoras. Esta necessidade logística foi destacada por Inês Leal, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em declarações à News Farma. A especialista, que integrou o painel de palestrantes [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A criação de canais de comunicação objetivos e estruturados entre diferentes instituições hospitalares assume um papel prioritário no seguimento de doentes sob terapêuticas dirigidas inovadoras. Esta necessidade logística foi destacada por <strong>Inês Leal</strong>, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em declarações à News Farma. A especialista, que integrou o painel de palestrantes no simpósio satélite da AbbVie dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” – centrado num conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) –, defendeu a urgência de estabelecer modelos de cooperação e de seguimento partilhado que evitem falhas no percurso de doentes com perfis complexos. Veja o vídeo.</p>



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<iframe title="Circuitos de referenciação e modelos de rastreio na monitorização oftalmológica de doentes oncológicas" src="https://player.vimeo.com/video/1197660541?h=3aaefea62b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O seguimento clínico das doentes submetidas ao tratamento com mirvetuximab soravtansina exige uma definição rigorosa de papéis entre a Oncologia e a Oftalmologia, algo que ficou patente entre os profissionais de saúde reunidos no CIRP 2026, evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declarações à News Farma, a especialista afirmou convictamente que “esta articulação é essencial”. No seu entender, as responsabilidades estão bem delimitadas, uma vez que “o oncologista prescreve e decide doses, quando é que começa, quando é que acaba, quando é que para”, cabendo à outra especialidade monitorizar a parte oftalmológica. “O oftalmologista vai dar o <em>feedback</em> do que é que está a acontecer no olho”, clarificou, lembrando que, em até 40% dos casos, podem surgir alterações na superfície ocular, o que torna a cooperação mandatória “para que a doente possa fazer o fármaco, possa continuar e, sobretudo, possa estar em segurança”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eficácia do rastreio de toxicidades associadas ao mirvetuximab soravtansina depende diretamente da resolução de barreiras burocráticas e logísticas entre instituições. “Os principais aspetos são muito logísticos. Não é aqui pensar em morar numa cabana, é mesmo pensar em coisas tangíveis que podemos fazer”, vincou Inês Leal. A palestrante sublinhou que os clínicos de ambas as áreas devem conhecer-se mutuamente e alertou para as assimetrias geográficas do sistema, desalinhadas com a residência das doentes: “Não pode haver doentes referenciadas para um sítio que não tem Oftalmologia, ou outros por outra área de residência… isso não pode acontecer”. Como solução, defendeu a consolidação de “redes de suporte que estão criadas, que podem assentar da forma que for mais confortável para as instituições e que seja mais simples”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inês Leal exemplificou esta coordenação com as diferentes abordagens que aplica na sua prática clínica hospitalar, desenhadas consoante a proximidade com a equipa de Oncologia. “Nós temos isto organizado, eu até faço de duas formas diferentes: com a nossa Oncologia <em>in-house</em> do [Hospital de] Santa Maria, tenho de uma forma; e com o IPO de Lisboa, por ser uma instituição exterior e por trabalhar no contexto do grupo multidisciplinar Eye-Tox, tenho de outra forma”, detalhou. Independentemente do modelo adotado por cada centro, a secretária-geral adjunta da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia conclui que o objetivo fundamental passa por “arranjar uma rede que funcione”, “que seja tangível e, sobretudo, que seja <em>traceable</em>”, viabilizando um histórico e um rastreio claros de todo o percurso clínico da doente.</p>
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		<title>Importância da articulação entre Oncologia e Oftalmologia na abordagem às doentes com cancro do ovário </title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/importancia-da-articulacao-entre-oncologia-e-oftalmologia-na-abordagem-as-doentes-com-cancro-do-ovario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do CIRP 2026, a AbbVie promoveu um simpósio satélite dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα). Para isso, juntou como palestrantes dois oftalmologistas e o oncologista médico no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, Pedro Meireles. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do CIRP 2026, a AbbVie promoveu um simpósio satélite dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com um conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα). Para isso, juntou como palestrantes dois oftalmologistas e o oncologista médico no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, <strong>Pedro Meireles</strong>. À News Farma, o especialista explicou o impacto clínico desta opção terapêutica e destacou a importância do seguimento partilhado para garantir a segurança e a continuidade do tratamento em doentes com perfis complexos. Assista ao vídeo.</p>



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<iframe title="Importância da articulação entre Oncologia e Oftalmologia na abordagem às doentes com cancro do ovário" src="https://player.vimeo.com/video/1197660539?h=9ae3c1c6ec&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” com mirvetuximab soravtansina foi discutida durante o CIRP 2026, evento organizado pelo Grupo Português de Cirurgia Implanto-Refrativa, pelo Grupo Português de Superfície Ocular, Córnea e Contactologia, e pelo Grupo Português de Órbita e Oculoplástica da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. De acordo com Pedro Meireles, a introdução deste fármaco abriu “horizontes num contexto complicado de doença”, referindo-se ao cancro do ovário, positivo para o recetor alfa de folato (FRα), resistente a platina, para o qual, até “há bem pouco tempo”, não havia “grandes alternativas terapêuticas”. Além disso, o oncologista refere que este fármaco viabiliza “mais sobrevivência” com qualidade de vida e impulsiona o desenvolvimento de “novas linhas de estudo e de ensaios clínicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, os benefícios de mirvetuximab soravtansina dirigem a atenção para a necessidade de gerir os seus efeitos secundários na superfície ocular de forma interdisciplinar. Pedro Meireles descreve esta abordagem como “um desafio complicado e diferente”, clarificando que o protocolo exige “uma gestão próxima com a Oftalmologia, o que é bastante importante”. O especialista destaca que a criação destes novos fluxos de trabalho obriga “a conhecer oftalmologistas e a participar nas reuniões de Oftalmologia&#8221;, confessando ser uma dinâmica que realiza com “um enorme gosto”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na evidência acumulada na prática clínica e fora do contexto dos ensaios clínicos, Pedro Meireles deixa uma mensagem de tranquilidade aos profissionais de saúde das duas especialidades: “Tendo em conta a nossa experiência do mundo real, acabamos por perceber com as doentes que passam por estes tratamentos, que estes efeitos secundários geralmente são leves, são de grau leve a moderado e que são facilmente geríveis em consulta”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista conclui com um apelo direto aos colegas para que “não tenham medo de reportar os efeitos secundários”, relembrando que as suspensões temporárias, monitorizações ou reduções de dose não retiram eficácia ao tratamento e são essenciais para assegurar a qualidade de vida da doente.</p>
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		<item>
		<title>Uma década de conhecimento: os principais destaques da 10.ª Reunião do GER</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/uma-decada-de-conhecimento-os-principais-destaques-da-10-a-reuniao-do-ger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 10.ª Reunião Científica Internacional do Grupo de Estudos da Retina (GER) de Portugal, marca “um número redondo, dez visitas a este Pavilhão do Conhecimento”, assumindo-se como um momento de referência para a atualização científica na área da retina. Como destacou João Figueira, presidente do GER, o principal objetivo foi trazer “conhecimento, uma atualização na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 10.ª Reunião Científica Internacional do Grupo de Estudos da Retina (GER) de Portugal, marca “um número redondo, dez visitas a este Pavilhão do Conhecimento”, assumindo-se como um momento de referência para a atualização científica na área da retina. Como destacou <strong>João Figueira,</strong> presidente do GER, o principal objetivo foi trazer “conhecimento, uma atualização na área da retina médica e cirúrgica”. Assista às declarações.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Uma década de conhecimento: os principais destaques da 10.ª Reunião do GER" src="https://player.vimeo.com/video/1169903969?h=09ff70f450&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O programa contou com “quatro convidados internacionais de renome”, abordando temas inovadores e diferenciadores. Entre os destaques, referiu a presença de especialistas que exploram áreas como a patologia da interface vítreo-retiniana, incluindo “estudos na área do líquido subretiniano” e ainda o papel da “inteligência artificial em classificação de membranas epirretinianas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos pontos relevantes foi a discussão da inflamação ocular e doenças retinianas, incluindo os tratamentos e “a importância das biópsias para o diagnóstico de doenças retinianas”. A reunião integrou ainda uma perspetiva diferenciadora sobre a retinopatia diabética, analisada “de uma perspetiva não oftalmológica”, reforçando “a importância que a retinopatia diabética tem para as doenças sistémicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa contemplou também painéis de discussão com casos clínicos, permitindo “mostrar não só a nossa experiência, mas também para educar os nossos colegas, com patologias às vezes mais raras de tratamento ou decisão mais difícil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, tratou-se de “um programa muito variado e muito atrativo”, desenhado para promover a partilha de conhecimento e a atualização dos profissionais portugueses na área da retina.</p>
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		<item>
		<title>Do sintoma à decisão: novo livro do GER facilita gestão do hemovítreo na prática clínica</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/do-sintoma-a-decisao-novo-livro-do-ger-facilita-gestao-do-hemovitreo-na-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 10.ª Reunião Científica do Grupo de Estudos da Retina (GER), Manuel Falcão, membro da organização do evento destacou a utilidade prática do mais recente livro “GER: 25 Perguntas e Respostas sobre Hemovítreo” para a tomada de decisão em contexto clínico. Assente numa abordagem diferenciadora, este “é um livro que é baseado em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da 10.ª Reunião Científica do Grupo de Estudos da Retina (GER), <strong>Manuel Falcão</strong>, membro da organização do evento destacou a utilidade prática do mais recente livro “GER: 25 Perguntas e Respostas sobre Hemovítreo” para a tomada de decisão em contexto clínico. Assente numa abordagem diferenciadora, este “é um livro que é baseado em sintomas e não numa doença base”. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Do sintoma à decisão: novo livro do GER facilita gestão do hemovítreo na prática clínica" src="https://player.vimeo.com/video/1169904284?h=65198d375a&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, esta metodologia “permite fazer um raciocínio mais clínico da situação”, além de facilitar a ligação entre prática e teoria, uma vez que “permite chegar a correlações médicas da consulta e mesmo algumas dicas que podem ser utilizadas em algumas cirurgias”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O formato do livro foi concebido para ser prático e acessível, dado que “é um livro de consulta fácil e rápida”, organizado em “25 perguntas muito diretas” com “respostas relativamente curtas e diretas”. Esta estrutura possibilita uma utilização imediata em contexto clínico pois “pode consultar facilmente o índice […] e rapidamente chega lá”. A versão digital reforça essa utilidade, já que “permite procurar e localizar rapidamente as páginas mais importantes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto insere-se numa série já consolidada, com “uma muito boa aceitação por parte dos especialistas”, registando também “uma procura muito grande por parte dos internos […] porque são livros muito práticos e muito didáticos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das novidades é a maior acessibilidade, pois “estavam só disponíveis online para os membros […], mas neste momento vai passar a estar disponível também para os internos”, contribuindo para a formação médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o especialista reforça a utilidade em contexto de urgência: “Se está numa urgência e tem um doente […] pode rapidamente pegar neste livro e responder às medidas que precisa para orientar o doente da melhor maneira possível”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorreu de 27 a 28 de fevereiro de 2026, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.</p>
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		<item>
		<title>A cirurgia, mais do que uma ciência, é uma arte</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/a-cirurgia-mais-do-que-uma-ciencia-e-uma-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Nascimento, especialista em cirurgia vítreo-retiniana e membro da comissão organizadora da 10.ª Reunião Científica do GER, abordou a evolução significativa da cirurgia vítreo-retiniana, destacando que “teve um grande desenvolvimento nos últimos anos”. No entanto, defendeu que mais importante “do que falar sobre os novos paradigmas das plataformas cirúrgicas, interessa falar sobre as técnicas que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Nascimento</strong>, especialista em cirurgia vítreo-retiniana e membro da comissão organizadora da 10.ª Reunião Científica do GER, abordou a evolução significativa da cirurgia vítreo-retiniana, destacando que “teve um grande desenvolvimento nos últimos anos”. No entanto, defendeu que mais importante “do que falar sobre os novos paradigmas das plataformas cirúrgicas, interessa falar sobre as técnicas que são utilizadas em diversas situações clínicas”. Assista às declarações.</p>



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<iframe loading="lazy" title="A cirurgia, mais do que uma ciência, é uma arte" src="https://player.vimeo.com/video/1169904448?h=33fc0ba46a&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião teve precisamente esse objetivo, isto é, “partilhar experiências entre colegas sobre alguns casos […] fora do vulgar, mas […] didácticos”, ajudando a orientar dúvidas frequentes na prática cirúrgica. João Nascimento reforçou que, nesta área, a evidência formal tem limitações. “Não é possível fazer estudos prospectivos randomizados sobre plataformas cirúrgicas e técnicas cirúrgicas”, pelo que a evolução depende sobretudo da experiência partilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais contributivo para a partilha de experiências foi a discussão de casos clínicos nos “quais cada colega falou sobre os pormenores e as questões técnicas”, permitindo perceber “a maneira como as coisas foram resolvidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista enfatizou que “a cirurgia, mais do que uma ciência, é uma arte. É uma arte de fazer”. E acrescentou que “o facto de termos o material […] não quer dizer que eles sejam utilizados sequencialmente da mesma maneira”, sendo que “as pequenas particularidades fazem toda a diferença no produto final”. Nesse sentido, destacou a variabilidade individual referindo que “dois cirurgiões […] perante o mesmo caso clínico […] iriam proceder de forma diferente”, o que reforça a importância da troca de experiências para “para não cometer os mesmos erros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre inovação, clarificou o papel atual da inteligência artificial que “está mais na área do diagnóstico […] e da orientação terapêutica, não tanto na cirurgia”. Já na prática cirúrgica, evidenciou “a capacidade de operar mediante sistemas de imagens […] os sistemas de 3D”, que aumentam segurança e detalhe, embora ainda com limitações. “Não corresponde a uma massificação da cirurgia” e implicam “custos aumentados […] para uma redução de números”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concluir, valorizou fortemente o encontro científico afirmando que “é uma reunião na qual vale a pena vir”, destacando não só a componente científica mas também a dimensão humana. “O contacto social e a partilha de experiências, também de forma informal, […] tão importante ou mais do que […] a comunicação científica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorreu de 27 a 28 de fevereiro de 2026, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.</p>
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		<title>Alterações vasculares retinianas na gravidez em foco no 68.º Congresso Português de Oftalmologia</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/alteracoes-vasculares-retinianas-na-gravidez-em-foco-no-68-o-congresso-portugues-de-oftalmologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No 68.º Congresso Português de Oftalmologia, Sofia Justo, médica interna de Oftalmologia na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, participou na sessão “Pregnancy-associated retinal vascular events: A three-case series”, onde se destacou a importância clínica das alterações vasculares retinianas na gravidez e a necessidade de uma abordagem multidisciplinar e integrada. Assista à entrevista. A interna [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No 68.º Congresso Português de Oftalmologia, <strong>Sofia Justo</strong>, médica interna de Oftalmologia na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, participou na sessão “Pregnancy-associated retinal vascular events: A three-case series”, onde se destacou a importância clínica das alterações vasculares retinianas na gravidez e a necessidade de uma abordagem multidisciplinar e integrada. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Alterações vasculares retinianas na gravidez em foco no 68.º Congresso Português de Oftalmologia" src="https://player.vimeo.com/video/1152207268?h=e921ccd10d&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A interna afirma que a gravidez, apesar de não constituir uma doença, representa “um período de fragilidade que pode levar a alterações que são muito alarmantes para as grávidas”. Nesse sentido, os eventos vasculares retinianos associados à gravidez exigem vigilância cuidadosa, sobretudo devido ao seu potencial impacto na visão e no bem-estar materno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sofia Justo enfatiza a importância de uma abordagem colaborativa, referindo que “temos de ter em atenção e fazer sempre uma abordagem multidisciplinar com as outras especialidades”, com o objetivo de garantir “um melhor resultado, quer para o bebé, quer para a grávida e, no nosso caso, para a visão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a interna em Oftalmologia valoriza o papel do congresso enquanto espaço para “partilhar conhecimento, ouvir, aprender”, acrescentando que é “sempre positivo irmos buscando pequenos achados em cada uma das sessões e retermos connosco para a nossa prática”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 68.º Congresso Português de Oftalmologia decorreu entre 4 e 6 de dezembro, no Tivoli Marina Vilamoura Hotel.</p>
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		<title>O desafio do diagnóstico diferencial de glaucoma congénito e disgenesias do segmento anterior</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/o-desafio-do-diagnostico-diferencial-de-glaucoma-congenito-e-disgenesias-do-segmento-anterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 09:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David Rosário-Alves, oftalmologista na ULS de São João, participou na sessão “Uncertain diagnosis between Cyp1b1 Cytopathy and primary congenital glaucoma: A case report”, integrada no 68.º Congresso Português de Oftalmologia, onde foi apresentado um caso clínico considerado “paradigmático”, por evidenciar a dificuldade diagnóstica na fronteira entre o glaucoma congénito primário e as disgenesias do segmento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>David Rosário-Alves</strong>, oftalmologista na ULS de São João, participou na sessão “Uncertain diagnosis between Cyp1b1 Cytopathy and primary congenital glaucoma: A case report”, integrada no 68.º Congresso Português de Oftalmologia, onde foi apresentado um caso clínico considerado “paradigmático”, por evidenciar a dificuldade diagnóstica na fronteira entre o glaucoma congénito primário e as disgenesias do segmento anterior. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="O desafio do diagnóstico diferencial entre glaucoma congénito e disgenesias do segmento anterior" src="https://player.vimeo.com/video/1152207604?h=b9f1e88301&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, trata-se de uma situação em que as duas patologias “estão muitas vezes sobrepostas”. Neste contexto, salientou que o principal objetivo da apresentação foi demonstrar como “a avaliação multimodal às vezes pode nos permitir chegar a uma conclusão mais certa e que [permite] gerir da forma mais correta o tratamento do doente”, reforçando a importância de uma abordagem diagnóstica integrada para otimizar a decisão terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da vertente clínica, David Rosário-Alves destacou o valor científico e formativo da partilha destes casos, referindo que “é uma forma de nós nos atualizarmos, de darmos a conhecer casos”, nomeadamente situações menos comuns na prática clínica. Acrescentou ainda que “não é aquilo com que vamos lidar no dia a dia, mas [devemos estar] a par dos mesmos e saber que eles existem”, reforçando a importância da formação contínua e da sensibilização para diagnósticos diferenciais na Oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 68.º Congresso Português de Oftalmologia decorreu entre 4 e 6 de dezembro, no Tivoli Marina Vilamoura Hotel.</p>
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		<item>
		<title>Avanço no tratamento do edema macular aumenta eficácia e reduz frequência de intervenções  </title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/avanco-no-tratamento-do-edema-macular-aumenta-eficacia-e-reduz-frequencia-de-intervencoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à News Farma, o especialista em Oftalmologia,&#160;António Campos,&#160;salientou o impacto da aprovação da nova formulação com posologia superior no tratamento do edema macular após oclusão da veia retiniana, sublinhando que se mantém “a segurança ótima”, mas com uma “eficácia maior”. Em termos de posicionamento terapêutico, a nova formulação surge como “mais uma ferramenta” [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à News Farma, o especialista em Oftalmologia,&nbsp;<strong>António Campos,&nbsp;</strong>salientou o impacto da aprovação da nova formulação com posologia superior no tratamento do edema macular após oclusão da veia retiniana, sublinhando que se mantém “a segurança ótima”, mas com uma “eficácia maior”. Em termos de posicionamento terapêutico, a nova formulação surge como “mais uma ferramenta” disponível para proporcionar “uma melhor solução para a condição&#8221; do doente. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Avanço no tratamento do edema macular aumenta eficácia e reduz frequência de intervenções" src="https://player.vimeo.com/video/1169976626?h=2840958669&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>António Campos</strong>, esta aprovação representa a transição da &#8220;experiência [consolidada] que já tínhamos com o aflibercept de 2 miligramas para a molécula de 8 miligramas&#8221;, constituindo um reforço do arsenal terapêutico com base numa substância já conhecida, mas com maior potencial de prolongamento do efeito terapêutico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos impactos mais relevantes prende-se com a adesão ao tratamento e com a logística assistencial. Destacou que a redução da frequência das injeções “impacta muito” a vida dos doentes, uma vez que “nem eles nem a família precisam perder mais dias a vir mais vezes ao hospital”. Acrescentou ainda a dimensão económica e organizacional, referindo que os hospitais enfrentam “uma enorme sobrecarga económica”, designadamente pelo apoio ao transporte dos doentes, sendo que menos deslocações representam “também uma grande poupança para os contribuintes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto laboral, sublinhou que a oclusão da veia retiniana afeta frequentemente pessoas em idade ativa e que, com intervalos terapêuticos mais alargados devido a esta nova formulação, os doentes beneficiam de menos ausências ao trabalho e menor dependência de familiares. Assim, o tratamento contribui &#8220;quer do ponto de vista econômico, quer do ponto de vista da disponibilidade de tempo para a família&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à evidência científica, referiu que “vale a pena fazer um tratamento inicial mais potente” porque isso, posteriormente, permite “intervalos mais longos de extensão”, mantendo a segurança já comprovada da molécula de 2 mg. Assinalou ainda que a experiência do estudo QUASAR foi determinante para a aprovação, salientando que os resultados obtidos nos ensaios clínicos também se têm confirmado na prática clínica, uma vez que “já temos alguma experiência na vida real”, verificada especialmente &#8220;na redução do número de injeções aos doentes”.</p>
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		<title>Cirurgia de catarata no doente diabético: o pré-operatório é a chave do sucesso</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/cirurgia-de-catarata-no-doente-diabetico-o-pre-operatorio-e-a-chave-do-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do 68.º Congresso Português de Oftalmologia, Tiago Taveiro Gomes, membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, abordou a cirurgia de catarata em doentes diabéticos, destacando sobretudo a importância da preparação pré-operatória e a proximidade entre as práticas clínicas adotadas em Portugal e no Brasil. Assista às declarações. Na entrevista, o especialista começou por salientar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do 68.º Congresso Português de Oftalmologia, <strong>Tiago Taveiro Gomes</strong>, membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, abordou a cirurgia de catarata em doentes diabéticos, destacando sobretudo a importância da preparação pré-operatória e a proximidade entre as práticas clínicas adotadas em Portugal e no Brasil. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Cirurgia de catarata no doente diabético: o pré-operatório é a chave do sucesso" src="https://player.vimeo.com/video/1173234015?h=31c9bdb024&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na entrevista, o especialista começou por salientar que existe uma grande convergência nas abordagens médicas entre os dois países. Como referiu, em relação à “cirurgia de catarata no doente diabético, eu vejo condutas parecidas”. Na sua perspetiva, isso acontece porque “são temas muito bem sedimentados cientificamente que já se sabe qual é a conduta ideal a ser usada”. Por essa razão, considera que há um forte alinhamento entre as duas comunidades médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mensagem da sua intervenção incidiu na relevância do período pré-operatório uma vez que “o sucesso cirúrgico vai depender muito do pré-operatório”. Assim, defende que o doente tem de “ser submetido a cirurgia nas melhores condições, tanto clinicamente quanto no local” cirúrgico, o olho. Só desta forma, sublinha, é possível garantir melhores resultados e “o sucesso cirúrgico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tiago Taveiro Gomes abordou também a importância da colaboração internacional entre especialistas, destacando o ambiente de partilha e cooperação que caracterizou o encontro científico. Concluiu referindo que “essa troca é muito benéfica” para ambas as comunidades médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento ocorreu em Vilamoura entre 4 a 6 de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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