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	<title>Sandra Muralha, Author at My Oftalmologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Oftalmologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças oftalmológicas.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Jul 2026 15:45:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sandra Muralha, Author at My Oftalmologia</title>
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		<title>Cascais recebe congresso europeu de Cirurgia ocular</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/cascais-recebe-congresso-europeu-de-cirurgia-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery realiza, entre 10 e 12 de setembro de 2026, o seu 44.º congresso anual em Cascais. O evento decorre no Centro de Congressos do Estoril e reúne especialistas de todo o mundo para três dias de partilha científica, discussão clínica e atualização em técnicas cirúrgicas avançadas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A<em> European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery</em> realiza, entre 10 e 12 de setembro de 2026, o seu 44.º congresso anual em Cascais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento decorre no Centro de Congressos do Estoril e reúne especialistas de todo o mundo para três dias de partilha científica, discussão clínica e atualização em técnicas cirúrgicas avançadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.esoprs.eu/esoprs-meetings/esoprs-meeting-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Literacia em saúde ocular: disparidades na legibilidade e qualidade de conteúdos digitais em português e espanhol</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/literacia-em-saude-ocular-disparidades-na-legibilidade-e-qualidade-de-conteudos-digitais-em-portugues-e-espanhol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo internacional alerta para falhas significativas na qualidade e acessibilidade dos conteúdos educativos online dirigidos a doentes com patologias oftalmológicas, sobretudo em língua portuguesa e espanhola. A investigação, baseada numa análise transversal de 192 websites, avaliou materiais disponíveis na primeira página do Google sobre sete doenças oculares comuns: degeneração macular, catarata, retinopatia diabética, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo internacional alerta para falhas significativas na qualidade e acessibilidade dos conteúdos educativos online dirigidos a doentes com patologias oftalmológicas, sobretudo em língua portuguesa e espanhola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, baseada numa análise transversal de 192 websites, avaliou materiais disponíveis na primeira página do Google sobre sete doenças oculares comuns: degeneração macular, catarata, retinopatia diabética, glaucoma, conjuntivite, uveíte e olho seco, sendo que em inglês foram analisados 63 sites, 67 em português e 62 em espanhol. O objetivo foi analisar a legibilidade dos conteúdos e a sua responsabilidade, entendida como um indicador de confiabilidade, qualidade e credibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados revelam diferenças significativas entre idiomas. Os conteúdos em inglês apresentaram níveis de leitura significativamente mais acessíveis (FKGL=8,1), contrastando com valores muito mais elevados em espanhol (16,6) e português (16,0), o que indica textos mais complexos e difíceis de compreender para o público geral. Em termos de responsabilidade, os websites em português obtiveram as pontuações mais baixas e foram maioritariamente produzidos por entidades privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, os conteúdos em espanhol mostraram resultados heterogéneos, superando os em inglês em algumas métricas de responsabilidade. Já as plataformas colaborativas, como a Wikipédia, destacaram-se pela elevada responsabilidade, embora à custa de uma legibilidade mais reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise multivariada confirmou o idioma como um fator determinante tanto na legibilidade como na qualidade da informação disponibilizada online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estas limitações representam uma barreira relevante para doentes com baixa literacia em saúde ou com proficiência limitada em inglês, podendo comprometer a compreensão da doença e a adesão às recomendações clínicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante estes resultados, defendem a necessidade de desenvolver materiais educativos padronizados, acessíveis e multilíngues, que consigam equilibrar clareza e rigor científico. Entre as possíveis soluções, apontam o recurso a novas ferramentas tecnológicas, como os grandes modelos de linguagem, que têm demonstrado potencial para melhorar a acessibilidade da informação em saúde em diferentes idiomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0027968426000143" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novo subtipo de neovascularização macular desafia classificação e tratamento da DMRI</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/novo-subtipo-de-neovascularizacao-macular-desafia-classificacao-e-tratamento-da-dmri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo publicado na revista Retina descreve um subtipo até agora não reconhecido de neovascularização macular associado à degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que poderá vir a alterar a forma como esta doença é classificada e tratada. Designado neovascularização macular tipo 4 (NVM tipo 4), este fenótipo distingue-se por apresentar características anatómicas mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo publicado na revista <em>Retina</em> descreve um subtipo até agora não reconhecido de neovascularização macular associado à degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que poderá vir a alterar a forma como esta doença é classificada e tratada. Designado neovascularização macular tipo 4 (NVM tipo 4), este fenótipo distingue-se por apresentar características anatómicas mais complexas e um comportamento clínico particularmente agressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação incluiu 11 olhos de 11 doentes com DMRI neovascular, com idade média de 76,9 anos. A acuidade visual basal era significativamente reduzida, com média de 1,56 logMAR (aproximadamente 20/630), e a 90,9% dos doentes já apresentava perda visual grave no momento do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista imagiológico, todos os olhos analisados apresentavam o sinal da banda oblíqua hiperrefletiva, enquanto a fibrose hialoide posterior central estava presente em mais de 80% dos casos. Também foi frequente a existência de membrana epirretiniana com tração radial. A análise por OCTA revelou um padrão particularmente complexo, com neovascularização mista dos tipos 1 e 2 e uma rede anastomótica intrarretiniana proeminente que se estendia até ao espaço pré-retiniano, sugerindo um grau elevado de reorganização vascular e estrutural da retina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clinicamente, este subtipo destaca-se não só pela gravidade da apresentação, mas também pelo mau prognóstico visual, com os autores a sublinharem uma aparente resistência à terapêutica anti-VEGF, atualmente padrão no tratamento da DMRI neovascular. Este comportamento sugere que a NVM tipo 4 possa representar uma variante mais fibrosante e proliferativa da doença, associada a maior desorganização retiniana e menor resposta terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo <a href="https://journals.lww.com/retinajournal/abstract/2026/02000/type_4_macular_neovascularization__a_new_member_of.3.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ver bem não deve ser um privilégio</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/opiniao/ver-bem-nao-deve-ser-um-privilegio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O médico oftalmologista Rufino Silva reflete sobre o papel determinante da visão na autonomia e na qualidade de vida, analisando as persistentes desigualdades no acesso aos cuidados oftalmológicos e sublinha a necessidade urgente de colocar a prevenção e o diagnóstico precoce no centro das políticas de saúde pública, reafirmando que “ver bem deve ser um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O médico oftalmologista <strong>Rufino Silva</strong> reflete sobre o papel determinante da visão na autonomia e na qualidade de vida, analisando as persistentes desigualdades no acesso aos cuidados oftalmológicos e sublinha a necessidade urgente de colocar a prevenção e o diagnóstico precoce no centro das políticas de saúde pública, reafirmando que “ver bem deve ser um direito universal e não um privilégio”. Leia o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão é, para a maioria de nós, o sentido que mais facilmente tomamos por garantido. Só quando falha percebemos o quanto dependemos dela para quase tudo: reconhecer quem nos rodeia, ler, trabalhar, deslocar‑nos, interpretar o mundo. Apesar disso, milhões de pessoas continuam sem acesso aos cuidados básicos que poderiam evitar a perda de visão. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 2,2 mil milhões de pessoas vivam com algum grau de deficiência visual, e que metade desses casos poderia ter sido evitada com prevenção simples, exames regulares ou tratamentos acessíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da cegueira no mundo é, em grande parte, a história das desigualdades. Em África e em vastas regiões da Ásia, a catarata não tratada e os erros refrativos (falta de óculos)&nbsp; permanecem como as principais causas de cegueira — não por falta de solução, mas por falta de acesso. Em muitos países, existe menos de um oftalmologista por milhão de habitantes, e a ausência de algo tão básico como um par de óculos impede milhões de crianças de aprender e milhões de adultos de trabalhar. A cegueira evitável continua a ser um marcador de pobreza, exclusão e fragilidade dos sistemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina, sobretudo em zonas rurais, a falta de consultas e cirurgias mantém problemas que poderiam ser resolvidos em poucos minutos. A distância, o custo e a escassez de profissionais tornam a visão um privilégio geográfico. Em contrapartida, na Europa e na América do Norte, onde o acesso é mais amplo, a perda de visão resulta sobretudo de doenças crónicas e silenciosas, como o glaucoma, a degenerescência macular e a retinopatia diabética. São doenças que avançam sem dor e sem aviso, exigindo vigilância constante e políticas de saúde pública que não se limitem ao tratamento, mas que apostem na prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portugal acompanha esta tendência. O país dispõe de uma rede de cuidados oftalmológicos sólida, mas enfrenta desafios que se agravam com o envelhecimento da população e com a crescente prevalência da diabetes. A retinopatia diabética é hoje uma das principais causas de perda de visão em idade ativa. Muitos casos poderiam ser evitados com rastreios regulares, mas nem todos os doentes são acompanhados de forma sistemática. O programa nacional de rastreio tem avançado, mas ainda não cobre toda a população em risco, deixando milhares de pessoas vulneráveis a uma perda de visão evitável. A prevenção existe, a tecnologia existe, o conhecimento existe — falta garantir que chega a todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também a saúde visual infantil exige atenção. Problemas como ambliopia ou erros refrativos podem comprometer o desenvolvimento escolar e a qualidade de vida. Um exame simples nos primeiros anos de vida pode detetar alterações que, se tratadas cedo, evitam consequências permanentes. No entanto, nem todas as crianças são avaliadas no momento certo, e muitos sinais passam despercebidos até que o impacto se torna evidente. A visão infantil continua a depender demasiado da atenção dos pais, da disponibilidade das escolas e da capacidade de resposta dos serviços de saúde. O Rastreio de Saúde Visual Infantil, implementado em todo o país, com avaliação aos 2 e 4 anos, constitui uma resposta eficiente a este problema. O alargamento a toda a população é fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os idosos, a degenerescência macular da idade e o glaucoma são as principais causas de cegueira irreversível. Ambas evoluem de forma silenciosa, tornando essencial o diagnóstico precoce. A cirurgia de catarata, por sua vez, continua a ser uma das intervenções médicas mais eficazes e acessíveis, devolvendo visão e autonomia a milhares de pessoas todos os anos. Mas mesmo aqui persistem desigualdades: quem vive longe dos centros urbanos, quem tem menor literacia em saúde ou quem enfrenta dificuldades económicas tende a chegar mais tarde ao diagnóstico e ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde ocular é, no fundo, um espelho das prioridades de cada sociedade. Promover a visão não significa apenas evitar a cegueira. Significa preservar a independência, reduzir o risco de quedas, manter a capacidade de trabalhar e garantir qualidade de vida. Significa permitir que crianças aprendam, que adultos mantenham a sua autonomia e que idosos vivam com dignidade. A maior parte da perda de visão no mundo não resulta da falta de conhecimento médico, mas da falta de acesso. E essa é, talvez, a desigualdade mais fácil de corrigir — desde que exista vontade política, organização e investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num tempo em que se discute o futuro dos sistemas de saúde, a visão deveria ocupar um lugar central. Não apenas porque é um dos sentidos mais determinantes para a vida quotidiana, mas porque é uma área onde a prevenção funciona, onde o diagnóstico precoce muda destinos e onde intervenções transformam vidas. Ver bem não deve ser um privilégio. Deve ser um direito básico, garantido a todos, independentemente do lugar onde vivem, da idade que têm ou da condição económica em que se encontram.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SPO promove curso de simuladores cirúrgicos da catarata e retina cirúrgica</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/spo-promove-curso-de-simuladores-cirurgicos-da-catarata-e-retina-cirurgica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) promove um curso de formação em simulação cirúrgica nas áreas da catarata e da retina, a decorrer em Lisboa e no Porto. Em Lisboa, o Curso de Simuladores Cirúrgicos: Catarata e Retina terá lugar entre 1 e 30 de setembro, em formato presencial, distribuído por dois polos hospitalares: a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) promove um curso de formação em simulação cirúrgica nas áreas da catarata e da retina, a decorrer em Lisboa e no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Lisboa, o Curso de Simuladores Cirúrgicos: Catarata e Retina terá lugar entre 1 e 30 de setembro, em formato presencial, distribuído por dois polos hospitalares: a Unidade Local de Saúde de São José e a Unidade Local de Saúde de Santa Maria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está igualmente prevista uma edição no Porto, entre 1 e 31 de outubro, na Unidade Local de Saúde de São João e na Unidade Local de Saúde de Santo António.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, consulte os detalhes da edição de Lisboa <a href="https://spoftalmologia.pt/evento/curso-de-simuladores-cirurgicos-catarata-e-retina-cirurgica-lisboa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui </a>e da edição do Porto <a href="https://spoftalmologia.pt/evento/curso-de-simuladores-cirurgicos-catarata-e-retina-cirurgica-porto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo subtipo de degenerescência macular pode alterar estratégias de tratamento</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/novo-subtipo-de-degenerescencia-macular-pode-alterar-estrategias-de-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores identificou um novo subtipo de neovascularização macular (NVM), designado tipo 4, que poderá ter implicações relevantes na abordagem terapêutica da degenerescência macular relacionada com a idade (DMRI) neovascular. O estudo foi publicado na revista científica Retina. Este novo fenótipo caracteriza-se por uma combinação de neovascularização dos tipos 1 e 2, associada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma equipa de investigadores identificou um novo subtipo de neovascularização macular (NVM), designado tipo 4, que poderá ter implicações relevantes na abordagem terapêutica da degenerescência macular relacionada com a idade (DMRI) neovascular. O estudo foi publicado na revista científica <em>Retina</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este novo fenótipo caracteriza-se por uma combinação de neovascularização dos tipos 1 e 2, associada a uma extensa rede anastomótica intrarretiniana e à presença frequente de fibrose hialoide posterior central. A descrição baseia-se numa série de casos observacional, retrospectiva e multicêntrica, que incluiu 11 doentes com uma idade média de 76,9 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista clínico, os resultados evidenciam um impacto significativo na função visual: cerca de 90,9% dos doentes apresentavam perda visual grave à data de avaliação inicial. A acuidade visual média foi de 1,56 logMAR (aproximadamente 20/630).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise por tomografia de coerência óptica (OCT) revelou a presença consistente de um sinal de banda oblíqua hiperrefletiva em todos os casos. Além disso, foram identificadas fibrose hialoide posterior central e membrana epirretiniana com tração radial em mais de 80% dos doentes. A angio-OCT confirmou a existência de uma neovascularização mista com uma proeminente rede anastomótica intrarretiniana, frequentemente com extensão ao espaço pré-retiniano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autores, este subtipo, NVM tipo 4, representa um fenótipo particularmente agressivo da DMRI neovascular, associado a desorganização estrutural da retina e a um prognóstico visual desfavorável. Destaca-se ainda a aparente resistência à terapêutica anti-VEGF, atualmente uma das principais opções de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento desta entidade poderá contribuir para uma melhor estratificação dos doentes e para a adaptação das estratégias terapêuticas, sublinhando a necessidade de abordagens mais individualizadas na gestão da DMRI neovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://journals.lww.com/retinajournal/abstract/2026/02000/type_4_macular_neovascularization__a_new_member_of.3.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ULS Almada-Seixal é referência nacional na colheita e transplantação de córneas</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/uls-almada-seixal-e-referencia-nacional-na-colheita-e-transplantacao-de-corneas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 500 colheitas e 400 transplantes realizados ao longo dos últimos 16 anos, o Hospital Garcia de Orta, integrado na ULS Almada-Seixal, afirma-se como uma das principais referências nacionais na área do Banco de Olhos e Transplantação (BOT), sendo atualmente também unidade fornecedora de córneas para outras instituições do Serviço Nacional de Saúde. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 500 colheitas e 400 transplantes realizados ao longo dos últimos 16 anos, o Hospital Garcia de Orta, integrado na ULS Almada-Seixal, afirma-se como uma das principais referências nacionais na área do Banco de Olhos e Transplantação (BOT), sendo atualmente também unidade fornecedora de córneas para outras instituições do Serviço Nacional de Saúde. O ano de 2025 marca os valores mais elevados de atividade desde a criação do programa, num contexto de crescimento sustentado, maior complexidade clínica e evolução técnica contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade e robustez do trabalho desenvolvido foram recentemente confirmadas pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), que concluiu que a atividade de doação, processamento e aplicação de córneas na ULS Almada-Seixal “assenta em processos bem estruturados e devidamente organizados”, sublinhando o “elevado nível de rigor” na execução das diferentes etapas. O relatório destaca ainda o “eficaz trabalho em equipa”, a existência de “registos completos, organizados e acessíveis” e a “qualidade e segurança da atividade desenvolvida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Integrada na Rede Nacional de Coordenação de Colheita e Transplantação, a ULSAS desenvolve atividade em múltiplas frentes, incluindo a doação em dadores em morte cerebral e em paragem cardiorrespiratória, a transplantação renal, bem como o processamento em banco de tecidos e a aplicação de córneas. Esta abrangência reforça o papel da instituição como estrutura de referência no sistema nacional de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco de Olhos e Transplantação é coordenado por uma equipa multidisciplinar liderada por Nuno Campos, diretor do Centro de Responsabilidade Integrado de Oftalmologia, e integra ainda a enfermeira gestora Élia Santos, a oftalmologista Inês Machado, responsável pelo controlo de qualidade e processamento de tecidos e células, e a enfermeira Patrícia Torrado, coordenadora da unidade e responsável pela gestão da qualidade, contando com o apoio de toda a equipa do CRI de Oftalmologia.</p>
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		<title>Professor da UMinho eleito presidente da Academia Europeia de Optometria e Ótica</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/atualidade/professor-da-uminho-eleito-presidente-da-academia-europeia-de-optometria-e-otica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor catedrático José González-Méijome, da Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), foi eleito presidente da Academia Europeia de Optometria e Ótica (EAOO). Entre as prioridades para o mandato estão “o desenvolvimento da formação académica, da prática profissional e da atividade científica regista níveis diferentes nos países parceiros. Procuraremos aproximar iniciativas, conhecimentos e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O professor catedrático <strong>José González-Méijome</strong>, da Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), foi eleito presidente da Academia Europeia de Optometria e Ótica (EAOO). Entre as prioridades para o mandato estão “o desenvolvimento da formação académica, da prática profissional e da atividade científica regista níveis diferentes nos países parceiros. Procuraremos aproximar iniciativas, conhecimentos e melhores práticas, apoiando os desafios dos profissionais e levando os avanços de excelência ao público”, refere. A sua equipa pretende ainda modernizar a gestão através de estratégias de automação, potenciar a formação contínua através dos canais digitais, incluindo uma plataforma integrada de desenvolvimento profissional, e apoiar a investigação de jovens investigadores.<br><br>José González-Méijome iniciou o mandato no Congresso Anual da EAOO, em Riga (Letónia), organizado em parceria com o Conselho Europeu de Optometria e Ótica e com a Associação de Optometristas daquele país. Foi eleito após ser vice-presidente (2024-2026) e ter presidido ao Comité Educacional em dois mandatos (2018-2024). Esta eleição representa o reconhecimento internacional do seu percurso e da área de Optometria e Ciências da Visão da ECUM, considera.</p>
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		<title>Uma década de conhecimento: os principais destaques da 10.ª Reunião do GER</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/entrevistas/uma-decada-de-conhecimento-os-principais-destaques-da-10-a-reuniao-do-ger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:26:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 10.ª Reunião Científica Internacional do Grupo de Estudos da Retina (GER) de Portugal, marca “um número redondo, dez visitas a este Pavilhão do Conhecimento”, assumindo-se como um momento de referência para a atualização científica na área da retina. Como destacou João Figueira, presidente do GER, o principal objetivo foi trazer “conhecimento, uma atualização na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 10.ª Reunião Científica Internacional do Grupo de Estudos da Retina (GER) de Portugal, marca “um número redondo, dez visitas a este Pavilhão do Conhecimento”, assumindo-se como um momento de referência para a atualização científica na área da retina. Como destacou <strong>João Figueira,</strong> presidente do GER, o principal objetivo foi trazer “conhecimento, uma atualização na área da retina médica e cirúrgica”. Assista às declarações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Uma década de conhecimento: os principais destaques da 10.ª Reunião do GER" src="https://player.vimeo.com/video/1169903969?h=09ff70f450&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O programa contou com “quatro convidados internacionais de renome”, abordando temas inovadores e diferenciadores. Entre os destaques, referiu a presença de especialistas que exploram áreas como a patologia da interface vítreo-retiniana, incluindo “estudos na área do líquido subretiniano” e ainda o papel da “inteligência artificial em classificação de membranas epirretinianas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos pontos relevantes foi a discussão da inflamação ocular e doenças retinianas, incluindo os tratamentos e “a importância das biópsias para o diagnóstico de doenças retinianas”. A reunião integrou ainda uma perspetiva diferenciadora sobre a retinopatia diabética, analisada “de uma perspetiva não oftalmológica”, reforçando “a importância que a retinopatia diabética tem para as doenças sistémicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa contemplou também painéis de discussão com casos clínicos, permitindo “mostrar não só a nossa experiência, mas também para educar os nossos colegas, com patologias às vezes mais raras de tratamento ou decisão mais difícil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, tratou-se de “um programa muito variado e muito atrativo”, desenhado para promover a partilha de conhecimento e a atualização dos profissionais portugueses na área da retina.</p>
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		<title>Cascais acolhe o 44.º Encontro Anual da ESOPRS</title>
		<link>https://myoftalmologia.pt/eventos/cascais-acolhe-o-44-o-encontro-anual-da-esoprs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 14:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 44.º Encontro Anual da European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery (ESOPRS) realiza-se pela primeira vez em Portugal, escolhendo Cascais como cidade anfitriã, entre os dias 10 a 12 de setembro de 2026. O evento científico, de referência internacional na área da cirurgia oculoplástica, reúne especialistas para três dias de intensa partilha de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O 44.º Encontro Anual da <em>European Society of Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery</em> (ESOPRS) realiza-se pela primeira vez em Portugal, escolhendo Cascais como cidade anfitriã, entre os dias 10 a 12 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento científico, de referência internacional na área da cirurgia oculoplástica, reúne especialistas para três dias de intensa partilha de conhecimento, investigação e inovação clínica. A reunião ocorre no Centro de Congressos do Estoril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais do evento <a href="https://www.esoprs.eu/esoprs-meetings/esoprs-meeting-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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